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 Originário da Grã-Bretanha, o Yorkshire Terrier, ou yorkie (como o Yorkshire é carinhosamente chamado), vem de uma mistura de diferentes terriers, tradicionais na arte da caça em tocas. Dentre as várias versões existentes sobre sua origem, a mais aceita fala do cruzamento entre o Black and Tan, o Skie Terrier e o Dandie Dinmont. Consta, ainda, uma intervenção do Maltês.

 
A princípio, o yorkie foi chamado de Terrier Escocês e, logo em seguida, de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Somente depois de vários anos, por volta de 1870, é que foi adotado o seu nome atual, em homenagem à região de sua origem.

 
Foi desenvolvido por operários de West Riding, no condado de York (Inglaterra), que buscavam um cão de companhia que fosse pequeno e pudesse ser utilizado na caça subterrânea, qualidade essa que, apesar de muito acentuada no princípio, desapareceu quase que por completo. Foi também companheiro fiel dos trabalhadores das minas de carvão, comuns em sua região. Somente em fins da era Vitoriana é que ganhou status, ao se tornar companheiro inseparável das damas da aristocracia e alta burguesia. Conforme os norte-americanos seguiam os costumes Vitorianos, eles também passaram a adotar o Yorkshire Terrier, sendo que o primeiro registro de um yorkie nascido nos Estados Unidos data de 1872.

 
Sua primeira aparição em exposições se deu em 1861, em Birmingham, ainda sob o nome de Terrier Escocês Anão de Pêlo Longo. Foi reconhecido como raça em 1885 pelo American Kennel Club e, em 1898, pelo recém criado The Kennel Club da Inglaterra. Seu primeiro padrão, de 1898, admitia dois grupos de tamanho: um de até 2,3 kg ( preferidos para companhia ) e outro entre 2,3 e 6 kg ( indicados para enfrentar os grandes ratos ). Seu padrão atual estabelece o peso máximo de 3,15 kg.

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